Notícias RELEASE


A psicologia é um assunto que ganhou visibilidade nesta Copa do Mundo. Jogadores, técnicos e comentaristas esportivos reforçam cada vez mais a importância da psicologia do esporte para desenvolver as habilidades que podem ser decisivas na conquista da taça. A concentração do jogador português Cristiano Ronaldo, as distrações do argentino Messi no início da competição e a perda de controle do craque brasileiro Neymar diante da pressão da torcida e da mídia não passaram despercebidos pelos fãs de futebol. 

A psicóloga Priscila Sakuma, do Núcleo Evoluir em Londrina, observa que o meio esportivo de alto rendimento está entendendo que o trabalho desempenhado por psicólogos é tão importante quanto qualquer outra preparação que o atleta tenha que ter para atingir seus objetivos.

Muitas vezes a psicologia é preterida num contexto de preparação do atleta por falta de conhecimento sobre o real trabalho do profissional nessa área ou por preconceito, já que em algumas situações o termo utilizado para esse trabalho é apoio “emocional”, que para alguns técnicos qualquer um pode fazer com palavras de motivação, por exemplo. “Mas o trabalho desse profissional está pautado no conhecimento científico", garante Priscila.

 Ela acrescenta ainda que, diferente do atendimento psicológico clínico, o profissional que atua no esporte está com seu olhar voltado para o contexto esportivo, ou seja, trabalhando todas as variáveis que estão próximas ao atleta e que podem afetar seu rendimento ou mesmo sua relação com o esporte, sem desprezar seu bem-estar.

 A psicóloga Daiane Zanqueta, também do Núcleo Evoluir, destaca que essa área da psicologia pode “treinar” habilidades psicológicas nos jogadores. “Identificamos as habilidades necessárias para cada modalidade e analisamos o comportamento dos jogadores e da equipe. Atenção, concentração e aprender a lidar com pressões são comportamentos desejados em jogadores de futebol”, exemplifica.

 Daiane, que trabalha com treinamento de árbitros, lembra que eles também devem passar por preparação psicológica para enfrentar a pressão dentro de campo. “Os árbitros precisam desenvolver habilidades como atenção, controle de respiração e tomada de decisão, entre outras, para garantir o bom andamento da partida”, explica.

Continuar lendo...

Os aspectos que diferenciam a ciência do senso comum e como o conhecimento científico pode impactar na atuação profissional de psicólogos, outros profissionais da área de saúde e de gestão de pessoas serão o tema da próxima edição do Evoluir Conhecimento. O curso “Con(sciência): Psicologia, tomada de decisão e atuação profissional baseada em evidências” será no dia 23 de junho a partir das 8h30, com duração de quatro horas. A coordenação é da mestra em Neurociências e Comportamento Myenne Mieko Ayres Tsutsumi ( UFPA) e terá a participação dos mestrandos em análise do comportamento André Luiz e Guilherme Alcântara Ramos.

“A proposta é usar o método científico para embasar decisões profissionais”, afirma Myenne, destacando que a metodologia ajuda a tomar decisões mais acertadas e reduz o risco de incorrer em ciclos de tentativas e erros. “Vamos falar sobre como as evidências científicas podem ser usadas para apoiar a tomada de decisões”, reforça. 

O curso é destinado para estudantes e profissionais de psicologia, demais áreas da saúde e gestão de recursos humanos.“Em uma empresa, por exemplo, as decisões baseadas em evidências científicas podem gerar resultados como processos mais rápidos, maior economia e otimização de recursos”, afirma. 

Serviço:
Curso “Con(sciência): Psicologia, tomada de decisão e atuação profissional baseada em evidências”, 23 de junho, a partir das 8h30
Nucleo Evoluir - Avenida Ayrton Senna, 500 (Edifício Torre Pietra)
As inscrições custam R$ 45 e devem ser feitas no link ...

Continuar lendo...

A psicologia pode ser importante aliada para os profissionais de Recursos Humanos. Para ajudá-los a entender o comportamento humano e usar conceitos de tecnologia comportamental no dia a dia, o Núcleo Evoluir promove o curso “Desbravando o Comportamento Humano – A Base da Tecnologia Comportamental”, como parte das atividades do Evoluir Conhecimento. O curso é destinado a estudantes e profissionais de psicologia e gestão de RH. Serão três turmas (uma inciando no dia 12 de abril e outras duas no dia 28 de abril). Cada turma contará com oito encontros de duas horas.

As duas primeiras turmas serão coordenadas pela professora, mestra em Neurociências e Comportamento (UFPA), Myenne Mieko Ayres Tsutsumi, com participação dos professores convidados André Luiz e Guilherme Alcântara Ramos, mestrandos em Análise do Comportamento (UEL) e pesquisadores no Laboratório de Análise Experimental do Comportamento Humano (UEL). A terceira turma terá coordenação dos psicólogos Bruna Resende Teixeira, João Henrique Freiria Tristão Romero e Laira Cristine Estabile. As aulas vão abordar aspectos teóricos, metodológicos e históricos que deram origem ao Behaviorismo Radical e à Análise do Comportamento. Além disso, pretendem avaliar a importância de profissionais da prestação de serviços conhecerem pesquisa conceitual, básica e aplicada da área que atua.

“Profissionais que compreendem melhor a base da tecnologia envolvida no estudo e modificação do comportamento humano conseguem avaliar mais criticamente a interação entre o mundo e o comportamento das pessoas”, pontuam os pesquisadores André Luiz e Guilherme Ramos. Segundo eles, o objetivo do curso é dar subsídios para que estudantes e profissionais de psicologia ou gestão de RH recorram aos conceitos trabalhados sempre que precisem diagnosticar um problema de comportamento, seja deles mesmos, de um cliente ou de equipes em empresas.

“É comum profissionais em empresas relatarem e disseminarem a prática de que as pessoas devem ser punidas para aprender, contudo há inúmeras pesquisas que demonstraram uma série de efeitos colaterais não desejáveis ao se utilizar punições exacerbadas”, exemplificaram.

Para psicólogos, entender quais tecnologias comportamentais produzem resultados mais satisfatórios e com maior chance de bem-estar para as pessoas é importante para diagnosticar, planejar e executar intervenções para modificar o comportamento de seus clientes. “Isso, muito provavelmente, os destacará no mercado de trabalho”, afirmam.

Já os profissionais de RH que entendem a base da tecnologia comportamental envolvida no estudo e modificação do comportamento humano, conforme André Luiz e Guilherme Ramos, estão em melhores posições para propor intervenções mais eficientes e eficazes para resolver problemas de comportamento organizacional. “Esse entendimento possibilitará que os profissionais de RH consigam avaliar com maior precisão quais as necessidades organizacionais para desenvolver comportamentos produtivos, motivados e alinhados com a missão da empresa”, dizem.

 

Serviço:

Desbravando o Comportamento Humano – A Base da Tecnologia Comportamental”

Data:  12 e 28 de abril

Local: Núcleo Evoluir (Av. Ayrton Senna, 500)

Informações e inscrições: (43) 3324-4741 ou (43) 99813-2629.

Continuar lendo...

Empatia será o tema da primeira edição do projeto Evoluir Comunidade de 2018. A palestra "Empatia: conectar sentimentos para melhorar o mundo”, será ministrada pela psicóloga Paula Cordeiro, do Núcleo Evoluir, no dia 22 de março, às 19h30, no auditório do edifício Torre Pietra (Av. Ayrton Senna, 500). O evento comemora o aniversário de 2 anos do Núcleo. O Evoluir Comunidade é uma iniciativa dos profissionais da clínica cujo objetivo é levar informações para todas as pessoas interessadas em qualidade de vida e autoconhecimento. As inscrições podem ser feitas mediante doação de alimentos que devem ser entregues no dia do evento.

 A escolha do tema, de acordo com Paula, foi baseada na percepção de que, cada vez mais, as pessoas encontram dificuldades em entender os sentimentos do outro, o que seria a base de um comportamento empático. “Não é apenas se colocar no lugar do outro, mas compreender o que ele está sentindo a partir do nosso próprio conceito sobre o sentimento em questão”, explica, complementando que, quando dizemos ao outro que estamos tristes, por exemplo, a empatia surge quando o interlocutor interpreta a tristeza de acordo com o que ele conhece como tal.

“A empatia é um dos sentimentos mais importantes, pois conecta as pessoas e melhora nossas relações. Percebo na prática clínica que tem faltado empatia, e isso acarreta problemas graves de relacionamento e consequentemente problemas emocionais”, destaca. A ideia desta edição do Evoluir Comunidade, portanto, é falar sobre o assunto para que mais pessoas reflitam sobre o comportamento.

Paula defende, ainda, que os próprios profissionais da área de psicologia podem praticar empatia e estimular os pacientes a exercitarem-na durante as sessões. “No nosso trabalho, o protagonista é sempre o paciente, mas podemos incentivá-lo a pensar no que o outro está sentindo”, acredita.

Serviço:

"Empatia: conectar sentimentos para melhorar o mundo”

Dia 22 de março, às 19h30

Local: Auditório do edifício Torre Pietra (Av. Ayrton Senna, 500).

As inscrições são gratuitas, mediante doação de alimentos

Informações: (43) 3037-0470

Continuar lendo...

Há cinco anos, em todo mês de janeiro, acontece a campanha Janeiro Branco, projetada para promover a saúde mental e emocional das pessoas. Tem por objetivo chamar a atenção da população, de profissionais de saúde, da mídia e das instituições sociais, públicas e privadas, para a importância da promoção da Saúde Mental e do combate ao adoecimento emocional dos indivíduos. A campanha aproveita a simbologia do início do ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para investirem e garantirem Saúde Mental e Saúde Emocional em suas vidas e na de todos ao seu redor.

Para a psicóloga Celi Lovato, do Núcleo Evoluir, a importância desta campanha, além de chamar a atenção da sociedade, é contribuir para desmistificar as doenças mentais e seus tratamentos. “E é uma maneira de divulgar que existem várias formas de estar adoecido e um dos principais sintomas é sentir-se em desequilíbrio consigo mesmo ou com as pessoas com quem convive”, pontua.

Luciane Ignácio, também psicóloga do Núcleo Evoluir, reforça que a campanha é sim um importante passo para falar sobre o tema e destaca que saúde mental é parte da saúde física. “Estudos mostram que a influência de como sentimos, interpretamos e nos comportamos pode agir diretamente na nossa saúde. Mudamos a todo momento o mundo que nos cerca, que por sua vez nos influencia. E esse círculo vicioso, se não percebido, pode nos adoecer emocional e fisicamente”, alerta.

Por isso, na sua avaliação, uma campanha como essa pode chamar a atenção para esse tipo de reflexo. E vai além, uma campanha como essa pode ajudar a reduzir doenças. “O primeiro e mais importante passo para a mudança é saber que precisa dela”, pontua Luciane.

Para Celi, esse movimento é um começo para ampliar a discussão. “A divulgação do que se entende por saúde mental  e emocional pode fazer com que pessoas se identifiquem ou identifiquem pessoas ao seu redor com sintomas e definições que estão sendo divulgadas e, assim, podem buscar ajuda”, observa a psicóloga. Ela ainda acrescenta que a Organização Mundial da Saúde divulgou dados assustadores sobre saúde mental no Brasil, colocando o País como recordista de casos de depressão na América Latina e campeão mundial em relação à ansiedade. Além disso, o número de suicídio entre os jovens brasileiros desperta tristeza e preocupação. “Por isso precisamos falar, e muito, sobre isso para salvar vidas”, reitera.

Na sua avaliação, além dessa campanha, outras formas de prevenção podem contribuir para diminuir problemas com saúde mental. Um dos caminhos é levar informação para o maior número de pessoas. As escolas, por exemplo, são ótimas alternativas pois atingem um grande volume de pessoas. “As escolas podem capacitar seus professores e colaboradores e até manter um psicólogo no local, criando projetos de “Educação Emocional” para as crianças e seus familiares”, elenca Celi. Políticas públicas para acesso mais rápido a médicos e psicólogos capacitados para fazer o encaminhamento mais eficiente também podem minimizar problemas mentais e emocionais.

Celi observa que o olhar atento e amoroso dos pais, familiares, professores, parceiros, amigos são sempre de grande importância para identificar que algo está em desequilíbrio na pessoa e que ela precisa de ajuda. “É preciso falar sobre o que está vendo em si próprio ou no outro, buscando ajuda e dando apoio. É segurar na mão e, às vezes, carregar no colo por um tempo e dizer: vem, tem jeito e estamos juntos”.

Luciane, por sua vez, frisa que um dos caminhos mais indicados para minimizar problemas de saúde mental/emocional é conhecer-se. Nesse sentido, um tratamento psicoterápico pode ser muito benéfico, pois promove o autoconhecimento. “É através dele que o paciente entra em contato com seus sentimentos, interpretações, comportamentos, situações que permeiam sua vida. Com a elucidação disso tudo e com supervisão terapêutica ele poderá ordenar melhor seus sentimentos, escolher melhor outras maneiras de se comportar diante das situações e se planejar para futuros projetos pessoais”, explica.

Por isso, reitera a psicóloga, quando uma pessoa não se sente bem emocionalmente, o mais indicado seria reconhecer que precisa de ajuda, que sozinho pode não dar conta e recorrer a alguém com preparação adequada.

Continuar lendo...

  Nos últimos dias estão sendo divulgados os resultados de vestibulares concorridos, como o da UEL, e a liberação de vagas pelo Sisu (que é o ingresso às universidades através das notas do Enem). Para os aprovados o momento é de alegria, comemoração, alívio, planos novos, vida nova. Mas para o vestibulando que não conseguiu a vaga, o momento é de tristeza, choros, medos e decepções. É normal que o mesmo possa estar acontecendo com você que é pai ou mãe de um jovem vestibulando: felicidade se ele passou e tristeza se foi reprovado.  Você pode sofrer e sentir-se impotente por não livrar seu filho da angústia de não achar o nome na lista de aprovados, mas você precisará saber lidar com sua frustração e acolher seu filho. Lembre-o e lembre-se de que é um processo seletivo: alguns entrarão outros não. Fique “por perto” do seu filho, ofereça apoio, colo, orientação e converse com ele sobre como ele se sente, sempre olhando nos olhos.

       Se você considerar que seu filho não estudou ou se esforçou o suficiente para ser aprovado no vestibular, tenha a certeza de que agora não é o momento para discussão. Avise-o que vocês voltarão a conversar e analisar como foi que ele se preparou para estas provas e depois terão que pensar juntos nas mudanças que farão, pois as estratégias que ele usou não deram o resultado esperado. Não use palavras agressivas, não humilhe seu filho.

Porém, se você o acompanhou e viu que ele não perdeu aulas, manteve um ritmo de estudos intensos, fez simulados, foi aos plantões, entre outras atividades, relembre-o disso e diga que não é possível fazer além do seu máximo. Mostre-lhe que não está sozinho e que você reconhece o esforço dele. Diga que ele precisará de uns dias para elaborar essa perda, porém vocês voltarão a conversar para pensar e decidir juntos as estratégias que usarão para que ele possa continuar buscando a tão sonhada vaga.

     Quando sentir que pode voltar ao assunto com seu filho, analisem o que foi feito, ouça-o e opine, passando otimismo e falando que existem boas perspectivas de futuro. Juntos resolvam sobre o cursinho e as aulas extras que vocês julguem ser melhor, as estratégias que foram usadas e mostraram um progresso e as que devem ser abandonadas. Incentive-o a se organizar e manter um planejamento de rotina de estudos diários, com todos os compromissos semanais, mas oriente-o a também manter hábitos saudáveis incluindo uma atividade física na agenda semanal dele.

       Uma análise importante a ser feita junto com seu filho é se existem questões emocionais que possam estar interferindo no desempenho dele tanto durante a preparação quanto na hora do vestibular (ansiedades, “branco”, falta de concentração, inseguranças, dificuldade para se organizar para estudar ou dificuldade de fazer as provas no tempo concedido, etc), se entenderem que sim ou se não conseguirem chegar a uma conclusão sobre quais fatores estão atrapalhando a sua preparação para o vestibular, procurem ajuda de um psicólogo capacitado que esclarecerá se existe a necessidade de acompanhamento psicológico.

      Mas uma coisa é certa: seu apoio e sua tranquilidade podem aumentar a afinidade entre vocês. É bem possível que seu filho passe a considerar e ouvir mais o seu ponto de vista e principalmente que vocês estão juntos para o que der e vier. Use esse momento de adversidade com sabedoria e aproxime-se mais de seu filho.

Por: Celi Lovato - psicóloga no Núcleo Evoluir

Continuar lendo...

Como o machismo provoca problemas emocionais, cognitivos e comportamentais e como profissionais da área de psicologia podem identificar e ajudar pessoas em sofrimento? O curso “Introdução à Análise do Comportamento e Feminismo: Implicações na Prática Clínica”, promovido pelo Núcleo Evoluir, vai abordar essa temática. O evento será no dia 2 de dezembro, a partir das 9 horas, no auditório principal do Edifício Torre di Pietra ( Av. Ayrton Senna da Silva, 500, Gleba Palhano).

As responsáveis pelas aulas serão as psicólogas Amanda Oliveira de Morais (UEM/IMPAC) e Marcela de Oliveira Ortolan (UEL), ambas do coletivo Marias & Amélias de Mulheres Analistas do Comportamento. No período da manhã, o curso vai abordar a o impacto do machismo na vida das mulheres e a compreensão do feminismo por uma perspectiva científica, inclusive como campo teórico e político. À tarde, a partir das 14 horas, haverá sessão do CinEvoluir com exibição e discussão do filme Histórias Cruzadas. Como já é tradicional, o Cine oferece coffee break, pipoca e refrigerante durante o filme e certificado.

No curso, Marcela e Amanda vão apresentar casos clínicos para o treino de identificação de situações machistas e apontar as possibilidades de intervenções coerentes com a Análise do Comportamento e o Feminismo. “Vamos mostrar e discutir variáveis machistas presentes no desenvolvimento humano e, consequentemente, na produção de problemas emocionais, cognitivos e comportamentais”, reforçam.

Para elas, todas as relações sociais das mulheres são afetadas pelo patriarcado, da vida privada (casamento, namoro, família, amigos) à vida pública (trabalho, eventos, participação política). As diferentes formas de violência - física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, entre outras - são produtoras e produto desta cultura. “Os efeitos da violência provocam diminuição da autoestima, isolamento, dificuldades nas interações sociais e aumento da probabilidade do desenvolvimento de depressão, ansiedade e transtorno de stress pós-traumático. Além disso, as lesões físicas, que vão de hematomas ao feminicídio, podem provocar adoecimento e DSTs”, antecipam.

O público alvo do curso são estudantes de psicologia e profissionais. O custo é de R$ 60,00 para profissionais e R$ 40,00 para estudantes. Haverá desconto de 25% para grupos de cinco pessoas.

Serviço:

Introdução a Análise do Comportamento e Feminismo: Implicações na Prática Clínica

Dia 2 de dezembro

Auditório principal do Edifício Torre di Pietra – Av. Ayrton Senna da Silva, 500, Gleba Palhano – Londrina/PR

9h às 12h e das 14h às 17h.

Informações e inscrições: (43) 3324-4741 ou (43) 3037-0470

Continuar lendo...

O Núcleo Evoluir participará da II Semana de Psicologia da Unopar, que terá como tema “Psicologia: Diversidade e Contemporaneidade”. O evento acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de outubro, na unidade Piza (av. Paris), com mesas redondas e minicursos.

No dia 23 de outubro, a psicóloga Priscila Sakuma participa, às 19h, da mesa sobre Psicologia do Esporte.

No dia 24 de outubro, às 19h, a psicóloga Cibely Pacífico e a psiquiatra Gisele Teixeira darão o minicurso “Comunicação entre Psicologia e Neurociência: o ponto de vista clínico e psiquiátrico”. E no dia 25, às 8h, a psicóloga Natália Mendes Ferrer falará sobre “Estudo das micro expressões faciais”.

Os interessados devem se inscrever pelo link: https://goo.gl/forms/zLiqTJS9ROFShSmx2.

 O investimento é de R$ 20 para estudantes da Unopar, R$ 25 para alunos de outras instituições e R$ 30 para profissionais.

Continuar lendo...

A história da personagem Ivan, da novela “A Força do Querer”, chamou a atenção do Brasil para a aceitação das pessoas transgênero. Na trama escrita por Glória Perez, Ivan nasceu Ivana - uma mulher -, mas ao longo da novela se descobre como uma pessoa pertencente ao sexo masculino. Apesar de polêmica, a história de Ivan despertou empatia nos telespectadores, que passaram a ver com olhos menos preconceituosos o dilema das pessoas que não se sentem à vontade no sexo biológico.

A psicóloga Paula Cordeiro, do Núcleo Evoluir, considera importante a iniciativa de falar sobre o assunto. “Como em todos os casos de minorias - que são grupos que diferem da maior parte da população - o preconceito pode ser fatal”, avalia ela, lembrando dos inúmeros casos de manifestações de ódio que resultam até na morte de travestis e transexuais. “É preciso fornecer para a população o maior número de informação possível, estimular a empatia entre as pessoas para que não tenhamos mais situações de preconceito e violências contra essa ou qualquer outra parcela da população”, destaca.

Conforme Paula, não há uma idade padrão para identificação de desconforto com o gênero, até porque muitas vezes esse desconforto é socialmente reprimido e a pessoa só consegue percebe-lo em idade mais avançada. Os sinais que indicam a identidade de gênero com o sexo oposto ao nascimento podem ser claros, como desconforto especifico com o gênero, insatisfação com características físicas e não reconhecimento como homem/mulher. “Mas pode haver sinais mais gerais, como ansiedade muito alta, alguns traços de depressão, entre outros sintomas não necessariamente ligados à identificação de gênero”, pontua, lembrando que não há regras estabelecidas para todas as pessoas. “A partir do momento em que existe a consciência sobre o gênero, é possível que se comece a apresentar características transgênero. Muitas vezes, devido à cultura e ao meio em que a pessoa vive, ela pode demorar mais para dar pistas ou mesmo se identificar como transgênero”, avalia.

Também não existe uma idade “certa” para o reconhecimento da identidade trans. “As crianças, por exemplo, apresentam forte desejo de pertencer ao outro gênero ou insistência de que um gênero é o outro. Além disso, apresentam descontentamento com a própria anatomia sexual”, explica. Também é frequente observar preferências pelo gênero oposto e resistência em vestir roupas típicas de seu gênero de nascimento.

Pessoas transgênero que decidem assumir essa condição precisam de ajuda e apoio profissional e também de amigos e familiares. A forma como irão comunicar isso, porém, depende de cada contexto. “O principal é conseguir comunicar sentimentos, explicar que o que está acontecendo é uma tentativa de se sentir melhor, de se sentir natural dentro do seu próprio corpo. É difícil para a maioria das pessoas entenderem que algumas pessoas não se sentem naturais com seus corpos, por isso é necessário explicar o que sente e o que espera sentir”, orienta. Amigos e familiares devem formar uma rede de apoio para que não apenas fortaleçam a pessoa transgênero, mas a todos como uma unidade. 

Durante a transição de gênero, toda ajuda necessária é bem-vinda, o que envolve apoio psicológico, psiquiátrico, médico e nutricional, além, é claro, do acolhimento de amigos, familiares, pessoas da comunidade próxima e do trabalho. A psicóloga lembra que uma mudança tão grande pode gerar inúmeros sintomas de ansiedade e depressão. “Por isso é essencial o acompanhamento psicológico”, reforça. 

A psicóloga lembra que existem pessoas que já se assumem como "livres" de definições de gênero e preferem transitar entre os gêneros ao invés de assumir um “rótulo”. “É preciso entender que cada indivíduo é único e, portanto, tem suas próprias características. Nossas preferências e escolhas podem mudar ao longo da vida, o que pode ocorrer devido ao aumento do autoconhecimento e da aceitação de sentimentos”, finaliza.

 
Continuar lendo...

O Núcleo Evoluir promove no dia 07 de outubro o curso “Avaliação, ensino da comunicação e manejo da ecolalia”, que será ministrado pela psicóloga Fernanda Calixto. O curso é voltado para psicólogos e estudantes de psicologia do quarto e quinto ano. O conteúdo vai abordar a avaliação comportamental da comunicação, o ensino estruturado dos operantes verbais e o manejo comportamental da ecolalia, destacando temas como autismo, ABA e protocolo VB MAAP. 

O atraso no desenvolvimento da linguagem é uma das principais características definidoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA). O “Verbal Behavior Milestones Assessment and Placement Program”, ou VB-MAPP, é um instrumento de avaliação referenciado por critérios, guia do currículo e sistema de rastreamento de habilidades que foi projetado para crianças com autismo e outros indivíduos que demonstram atrasos de linguagem. O curso será uma ferramenta importante para permitir uma boa avaliação do repertório da criança, suas habilidades e dificuldades no aprendizado.

Já a Terapia ABA é considerada a principal estratégia, com base em evidências científicas, no trabalho com crianças do espectro autista. Muitos são os estudos que comprovam a sua eficácia, especialmente na intervenção precoce e intensiva de crianças com autismo até cinco anos de idade.

A psicóloga Fernanda Calixto tem bastante experiência na área e essa será uma ótima oportunidade para os profissionais locais aperfeiçoarem seus conhecimentos. Fernanda tem mestrado pela UEL, doutorado pela UFSCAR e é pós-doutoranda em Psicologia também pela UFSCAR. Ela tem experiência em intervenções analítico-comportamentais, manejo comportamental e promoção de autocontrole. As vagas são limitadas.

Serviço:                                                                             

Avaliação, ensino da comunicação e manejo da ecolalia”, com Fernanda Calixto

7 de outubro

Das 9 às 18 horas

Local: Núcleo Evoluir (Ac Ayrton Senna, 500 - sala 2702)

Informações: (43)3037-0470 e 3324-4741

Continuar lendo...