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O Evoluir – Núcleo de Psicoterapia, Neuropsicologia e Ciência do Comportamento promove mais uma edição do Evoluir Comunidade, com o curso de orientação para pais de crianças e adolescentes: “Veio sem Manual, e agora? Orientação sobre a arte de equilibrar amor e limites na educação dos filhos”. Serão seis encontros, com duração de 1h30, a partir do dia 29 de setembro, ministrados pelas psicólogas Cibely Pacifico e Cláudia Cantero.
 
O objetivo do curso, segundo as psicólogas, é auxiliar os pais no entendimento e evolução comportamental dos filhos, a fim de promover qualidade de vida e saúde emocional para a família. Durante os encontros, serão abordados temas como comportamento de crianças e adolescentes, regras e limites, como lidar com birras, promoção de habilidades parentais, desenvolvimento de autoestima e autoconfiança dos filhos e orientação para elogiar os filhos.
 
Segundo Cibely, a ideia para o curso surgiu da observação das demandas que chegam na clínica. “É muito comum nos depararmos com pais com dificuldades em relação ao comportamento e educação dos filhos. Às vezes, não é necessário um processo terapêutico longo, apenas uma orientação, como essa que vamos promover”, pontua. Cláudia ainda destaca que elas também constataram essa dificuldade dos pais em lidar com os filhos a partir de relatos e observação em escolas. “Muitos problemas de comportamento e até transtornos psiquiátricos podem ser prevenidos a partir de uma relação adequada entre pais e filhos”, ressalta a psicóloga.
 
O curso será realizado com turmas pequenas, no auditório do edifício Torre de Pietra (Av Ayrton Senna, 500). As inscrições estão abertas. Informações pelos telefones: (43) 3324-4741 ou 3037-0470.

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Será hoje o "Evoluir Conhecimento", uma promoção do Núcleo Evoluir voltada a estudantes e profissionais da área de saúde. Às 8h30, a psicóloga Renatha El Rafihi-Ferreira profere a palestra "Sono no decorrer do desenvolvimento: alterações, prevenção e intervenção”. Em seguida, às 13h30, a médica infectologista Ana Flávia Bonini profere a palestra "HIV/AIDS: aspectos clínicos e impacto na saúde mental". Leia mais na reportagem publicada pelo portal

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Subir ao podium é o sonho de qualquer atleta. Mas a trajetória até o ponto mais alto da carreira demanda esforço, treinamento, dedicação, renúncias, disciplina, orientação nutricional, reabilitação física e acompanhamento psicológico. Isso mesmo, cada vez mais tem sido destacada a importância do psicólogo do esporte, como foi o caso de alguns medalhistas olímpicos brasileiros, entre eles a judoca Rafaela Silva e o ginasta Diego Hypólito, que ao vencerem em suas modalidades agradeceram seus profissionais.

A psicóloga Priscila Sakuma, do Núcleo Evoluir em Londrina, observa que o meio esportivo, de alto rendimento, no Brasil, vem entendendo que o trabalho desempenhado por este profissional é tão importante quanto qualquer outra preparação que o atleta tenha que ter para atingir seus objetivos. Além disso, reforça que é muito importante esse reconhecimento por parte dos atletas porque possibilita o crescimento dessa área e maior visibilidade do trabalho do psicólogo. “Normalmente o papel de um psicólogo é colocado em discussão quando acontece uma derrota e, mesmo assim, de maneira superficial. Por isso é de extrema importância que esses atletas falem de suas experiências positivas com o apoio dos psicólogos do esporte”.

Ela acredita que muitas vezes a psicologia é preterida num contexto de preparação do atleta por falta de conhecimento sobre o real trabalho do profissional nessa área ou por preconceito, já que em algumas situações o termo utilizado para esse trabalho é apoio “emocional”, que para alguns técnicos qualquer um pode fazer, dando palavras de motivação, por exemplo. “Mas o trabalho desse profissional está pautado no conhecimento científico", garante Priscila.

Ela acrescenta ainda que diferente do atendimento psicológico clínico, o profissional está com seu olhar voltado para o contexto esportivo, ou seja, trabalhando todas as variáveis que estão próximas ao atleta e que podem afetar seu rendimento ou mesmo sua relação com o esporte, sem desprezar seu bem-estar.

Segundo ela, a psicologia no esporte é uma área de pesquisa e aplicações recentes. No Brasil, as primeiras referências a esse trabalho datam da década de 1950. Apesar de muita resistência, ela credita um crescimento na procura por esse tipo de profissional também à inserção da disciplina de Psicologia do Esporte nos cursos de Educação Física e Psicologia e ainda à criação de especializações para aprimoramento na área.

Crédito Foto: Roberto Castro/ Brasil 2016/ Fotos Públicas

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